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23 Jan 2009 

cotinuacão entrevista!!

 Juiz de Fora, cidade natal de vocês, é conhecida pela quantidade de boas bandas, de espaços para tocar (que inclusive pagam a banda), vários festivais e do ótimo trabalho da Funalfa. Ainda assim vocês preferiram sair de lá e se mudar para o Rio. Expliquem esta decisão.

Marcelo (vocal): A cena local realmente é composta por ótimos músicos, mas infelizmente ainda faltam espaços pra tocar, as casas noturnas que são uma ótima vitrine, apostam pouco em estilos diferentes. A Funalfa realiza um ótimo trabalho cultural e todas as contribuições locais foram muito importantes e aproveitadas por nós, porém com o aparecimento de maiores ofertas de show no eixo Rio-São Paulo e o contrato com a Deckdisc e com nosso empresário, optamos por nos profissionalizar numa cidade que proporcionasse maior visibilidade ao nosso trabalho. 

SK8 >> Recentemente, o Dinho Ouro Preto disse que preferiu não falar tanto de amor no novo disco do Capital Inicial por que já haviam muitas bandas fazendo isso. Por que você acredita que o Strike não soará repetitivo, como "apenas mais uma banda que fala de amor"?

Marcelo (vocal): Eu não tenho a pretensão de falar que vamos soar assim ou assado, isso cabe ao público decidir, acho que ultimamente o rock anda depressivo e nós somos o oposto disso. As letras hoje em dia falam de fim de relacionamento e desilusões amorosas, já o Strike é o contrário disso, falamos do final feliz, da química perfeita, das loucuras da noite, da festa, da mudança da nossa vida, dos sonhos ou se passeamos por esses temas amorosos, escrevemos de maneira despojada e nada piegas, essa mentalidade talvez tenha nos diferenciado bastante.

SK8 >> Dê um bom motivo para a pessoa COMPRAR o disco e outro motivo para IR AO SHOW.

Marcelo (vocal): O cd é a coerência e a verdade do som impressa naquela mídia. Pra quem gosta da banda e enxerga que a jornada foi muito louca até aqui, vai prestigiar o cd e comprá-lo como fã ou simpatizante, entendendo como eu disse antes, que uma vendagem expressiva, vai viabilizar ações em prol da banda, com melhores clipes, melhor divulgação e isso vai refletindo no trabalho...

O show é extensão do cd, com 5 caras que se entregam de corpo e alma àquela experiência única que é dividir um momento de interação com a galera. Em nossos shows o público tem sido um diferencial, um show a parte, então esperamos você no próximo show.

SK8 >> Que outras bandas independentes do Brasil você tem escutado no momento?

Marcelo (vocal): Gosto muito do Glória, Granada, Scracho, Etna e várias outras que estão surgindo na cena.

SK8 >> Por fim, quais as expectativas para abrir o show do Less Than Jake dia 28/04 no Rio?

Marcelo (Vocal): É grande, estamos muito ansiosos e felizes de termos tidos essa grande oportunidade de abrir para uma das bandas que mais curtimos. Eu acho a energia deles ao vivo muito forte e inspiradora, será uma ótima chance de conferirmos isso de perto

Admin · 72 vistos · 0 comentários
23 Jan 2009 

♥•○entrevista com a banda strike!

Comecemos pelo que já parece óbvio: o nome. Já me perguntaram até se vocês batizaram a banda de Strike por que gostam de jogar boliche.  Falem então de vocês no esporte. Andam de skate, surfam, fazem o que?

 Fábio (baixo): É até estranho isso, mas o nome Strike não tem nada haver com boliche, escolhemos esse nome por ser forte e expressar bem a energia da banda. O skate é sem dúvida o esporte que mais sintetiza a cara do Strike, nossas bandas favoritas sempre fizeram parte das trilhas sonoras de filmes de skate e isso acaba influenciando no conceito e na pegada do nosso som.

Eu e o Cadu 'batera' andamos direto de skate, apesar de a minha verdadeira paixão ser o 'Longboard', o Rodrigo e o André (guitarras) andavam, mas atualmente estão enferrujados e o Marcelo (vocal) é aficionado por bikes no estilo 'low rider'. Já com o surfe tivemos os primeiros contatos através do nosso amigo Falcon, do 'Dibob', mas infelizmente não deu muito certo. (Risos)

SK8 >> Ainda no clima do pan americano, o Strike vai fazer bonito no Rock Gol? Para que times de futebol vocês torcem?

Marcelo (vocal): O mineiro é come quieto e nunca promete nada, ainda mais quando se trata de jogar futebol, mas vamos nos esforçar bastante pra ajudar nosso time, que conta também com a galera do Natiruts que bate um bolão. Torço para o 'Palmeiras', André e Fábio 'Botafogo', Cadu 'Corinthians' e o Rodrigo é 'Atlético MG'.  

SK8 >> O Strike lança seu 1º disco num momento de crise na indústria fonográfica. Se por um lado muitas bandas cresceram na cena por conta da internet, é a mesma rede que pode fazer com que a venda dos CDs de vocês seja pequena, por conta de pirataria, downloads em geral. Como vocês encaram isso?

Marcelo (vocal): É inegável que a internet hoje é a arma de divulgação mais importante para bandas novas. Quanto a esse lance da crise acredito que as bandas que conseguirem se estabilizar no cenário terão vendas significativas, é claro, dentro dessa nova realidade. A pirataria e a troca de arquivos é uma realidade que teremos que saber driblar de maneira inteligente.

Acredito também que os fãs irão sempre comprar o nosso cd, eles entendem como é importante isso para o crescimento da banda, para a viabilização de ações como clipes e etc. Pode até ser que hoje leve mais tempo que costumava levar, quando o cara comprava um disco quando gostava logo da primeira música, hoje ele tem como pesquisar e aguardar o tempo certo de se descobrir fã ou não. Pra gente é mais importante um cara que leve 3 singles pra comprar o nosso disco do que o cara que compra o nosso disco hoje e deixa ele na prateleira amanhã.

SK8 >> O Strike tem tocado mais com bandas na linha do Nx Zero, Fresno, Darvin e ForFun. Vocês acham isso natural ou corre-se o risco de ficar marcado como "grupo emo" e não conseguir tocar além deste círculo restrito?

Marcelo (vocal): Nós surgimos na mesma época que essas bandas e temos um público em comum, achamos normal tocar com elas, tocamos em vários festivais juntos e isso fortalece a cena de novas bandas do rock nacional. O problema é que hoje em dia os estilos se misturam muito na cabeça das pessoas, e toda banda nova que surge, com integrantes com menos de 25 anos, são jogadas nesse balaio do 'emo'. Só que a gente não se importa com rótulos, uma vez que nossa música de trabalho por ter uma levada 'rapeada' já destoa desses rótulos.

Apesar de acharmos importantíssima a função dessa cena na nossa carreira, acreditamos que o nosso som não ficará restrito a esse público e nosso ecletismo abrirá novos caminhos para o futuro e atribuímos isso a nossa coragem de misturar sem medo rock com outros elementos

Admin · 81 vistos · 0 comentários
09 Jan 2009 

♥•○strike♥•○entrevista♥

Com a década chegando ao fim, fica claro que daqui uns anos quando se lembrarem do rock feito no Brasil no início do século (ao menos o mais popular), provavelmente o som que mais virá á cabeça das pessoas vai ser o hardcore. Após anos no underground o gênero acabou explodindo em suas mais diversas facetas para desespero dos fãs mais antigos ou radicais. O Strike é mais um grupo a compor essa paisagem. Como bons mineiros eles chegaram devagarzinho, fazendo alguns shows e divulgando suas músicas pela net.
Strike letras
Strike

Aos poucos já estavam com uma boa base de fãs e atraindo a atenção das gravadoras. Daí pra frente tudo aconteceu rapidamente: disco bem gravado e produzido, música na Globo e vários shows.

O Vaga-lume foi atrás do vocalista Marcelo Mancini pra saber um pouco mais da trajetória da banda até aqui e sobre o que mais vem por aí.
 Entrevista

O Strike de Juíz de Fora. Como é a cena rock por lá? Afinal as bandas mineiras mais famosas são todas de BH. Existe um cenário legal no interior do estado?


A cena musical de Juiz de Fora é rica em talentos, tem ótimos músicos e é bastante eclética, porém faltam mais espaços para as novas bandas, já que algumas casas noturnas trabalham com música ao vivo, mas não investem muito em bandas de rock. O legal é que o público local é sempre receptivo e caloroso, independente do seguimento. O cenário rock do interior do estado existe e está crescendo cada vez mais. Ultimamente temos tocado bastante em MG e os shows estão sendo surpreendentes em termos de crítica e público. Sentimos um crescimento considerável da cena e uma grande aceitação com as bandas da nova geração.



Vocês chegaram a conhecer ou tocar com alguma banda mineira mais famosa como o Skank ou o Pato Fu? Artistas como esses influenciaram vocês de alguma forma (indo além do lance puramente musical)?


Strike letras
Strike

Conhecemos a Fernanda do Pato Fu, num programa de tv em Porto Alegre e tocamos com o Skank em 2 grandes festivais que foram muito legais. Achamos o Skank uma grande referência, pois eles construíram uma carreira sólida, amadureceram junto com seu público e marcaram o nome na história da música brasileira. Eles nos influenciam nesse sentido artístico.



Queria saber da trajetória de vocês. Todos tiveram outras bandas antes? Se sim, o que o Strike teve de diferente das outras para ter vingado?


Todos nós tivemos outras bandas, elas serviram de bagagem e experiência pro nosso atual momento. O Cadu (bateria) tocava com o André (guitarra) numa banda de HC. O Fábio (baixo) tocava com o Rodrigo (guitarra) em uma outra banda. Eu já havia passado por 3 projetos bem ecléticos: o primeiro de rap, o segundo de reggae e o último de punk rock que até me serviu de base para iniciar o repertório do Strike. A maior diferença que vejo do Strike para as nossas bandas anteriores, é a sintonia de idéias e o gosto musical que nós temos em comum. Acho que isso impulsionou bastante o nosso projeto, criou uma energia que conspira muito a favor, além da nossa união que fez muita diferença também. Construímos e vivenciamos coisas inimagináveis, passamos por momentos ótimos e difíceis e atravessamos várias fases sempre juntos e unidos.



Quando vocês deixaram Minas? A banda já estava mais ou menos conhecida dentro do circuito underground ou resolveram vir na raça mesmo?


Nós mudamos em meados de 2006, estávamos novatos na cena mas existia uma grande expectativa devido a aceitação da nossa demo virtual. Nós mudamos na raça e sem contrato firmado com nenhuma gravadora, porém tínhamos várias propostas que estavam sendo estudadas. A Deckdisc teve um papel importante na nossa escolha, pois ela nos deu liberdade total, apostou no Strike como uma banda de carreira longa e não se importou se tínhamos ou não uma base pronta na cena naquele momento.

A gravadora acreditou que construiríamos essa base juntos. Consequentemente isso se formatou de forma rápida, em paralelo aos shows na cena underground, pois os convites foram aumentando também. Nós fomos finalizando o repertório do primeiro cd dentro do estúdio e crescendo na cena de maneira até rápida.



A internet foi de grande ajuda para divulgar a banda né? Como foi que o Strike caiu na graça dos internautas? Vocês fizeram um trabalho em cima disso?


Strike letras
Strike

A internet foi nossa maior e única ferramenta no início. Somos uma banda do interior, que ficava totalmente paralela aos acontecimentos da cena. O nosso crescimento na rede foi espontâneo e gradativo. O trabalho foi disponibilizar as músicas nos sites especializados, realizar promoções na comunidade do orkut e corresponder aos contatos de novos fãs, através do fotolog e dos outros veículos da rede. Isso agregou muito coisa, mas acho que o que mais ajudou mesmo foi o feedback que rolava por parte da galera nos nossos shows, pois eram poucas oportunidades que tínhamos de tocar e nós entrávamos com sede de dar certo. Tocávamos como se fosse o último show de nossas vidas, isso com certeza fez muita diferença na nossa carreira.



Vocês preferiram assinar com uma gravadora a ficar na independência. Esse era o objetivo de vocês quando foram pro Rio? O que a deckdisc ofereceu para vocês que não seria possível conseguir por conta própria?


Assim que finalizamos a demo, sentimos que as músicas tinham uma grande força e que consequentemente assinaríamos na hora certa. Recebemos vários convites de gravadoras, mas queríamos a Deckdisc pelo trabalho legal que ela fez com a Pitty. Assim que eles formalizaram o convite, nós achamos uma grande oportunidade, pois queríamos viver da música e curtimos muito o astral do Rio de Janeiro. Nós não quisemos lançar o cd no primeiro momento que recebemos a proposta, pois achávamos que o Strike era bem recente na cena e ainda faltava finalizar o repertório com calma. Eles compraram a idéia de esperar um pouco e acabou rolando bem legal. A gravadora teve um papel importantíssimo na construção da nossa carreira até aqui, colocou nossas músicas nas rádios de todo Brasil, proporcionou uma ótima gravação, masterizou nosso som na gringa com o conceituado Brian "Big Bass" Gardner, que trabalho com bandas como Blink 182, Sublime, Fall Out Boy e etc... viabilizou nosso primeiro clipe, levou nossas músicas para empresas de telefônia disponibilizando toques polifônicos, agregou uma equipe que auxilia na direção da banda, porém paralelo a gravadora, temos um escritório super experiente, que trabalha junto com a gravadora, tomamos a frente em várias ações em prol da banda e sem nosso escritório, muitas coisas não teriam acontecido.



O quanto ter uma música na abertura de Malhação está ajudando o Strike? Já pintam fãs mais novos nos shows por causa disso?


Strike letras
Strike

Ajudou bastante, levou nosso som a um grande público, foi a porta de entrada no circuito dos grandes festivais do mainstream e acabou viabilizando shows no Brasil todo. Muitas pessoas acabaram conhecendo a banda através desse veículo grande, foram atrás do cd e se identificaram com o resto do repertório, isso movimentou bastante os shows, nosso público cresceu muito e o mais curioso foi que com esse crescimento, nós não perdemos os antigos fãs, pois não precisamos mudar nada no nosso som e continuamos fiel à nossa proposta.



É curioso notar que agora as bandas de hardcore (pelo menos as com uma sonoridade mais pop) estão fazendo sucesso ou podendo sonhar em ganhar a vida com a música. Nos anos 80 e 90 isso era inimaginável. Tanto que as bandas de HC até se orgulhavam de não fazer som para as massas. Vocês (ou ao menos o Marcelo que é o mais velho) devem ter vivido esses dois momentos. O que mudou nesse tempo? A mentalidade dos músicos, do público ou tem alguma outra coisa aí?


Eu acho que bandas como: Raimundos, Planet Hemp, O Rappa, Charlie Brown Jr e outras, tiveram um papel importante nessa trajetória. Elas saíram do underground e foram com força para o mainstream, com vendagens expressivas e com ótima aceitação, isso acabou abrindo a cabeça das gravadoras e consequentemente do público também, que passaram a enxergar que existia uma grande força vinda do underground. Se analisarmos bem, fica evidente que isso acabou abrindo portas para as bandas da nova geração.

Agora falando especificamente da cena HC, hoje em dia apareceram várias bandas novas, algumas ganharam espaço no mainstream e houve até uma certa renovação no rock, o que é natural. As que ganharam essa abertura, possuem uma sonoridade mais pop, se comparadas às mais antigas e isso também ajudou a dar mais mobilidade pra elas. Porém é fato que por outro lado, nasceram nessa leva, várias bandas parecidas, o discurso e a temática das letras ficou um pouco igual, falando de fim de relacionamento e amor, trazendo uma cara até meio que "depressiva" para o cenário atual. Isso foi uma opção das próprias bandas, que assinaram com majors e acabaram optando por mudar seu som... mas enfim, no nosso caso não julgamos ninguém e cada um é cada um, continuamos fiéis a nossa proposta, fazemos o som que curtimos e não mudamos nada nele por conta de mídia e gravadora. Continuamos influenciados pelas mesmas bandas de "punk rock melódico" que ouvimos desde sempre, isso talvez seja nossa grande peculiaridade positiva.



Por outro lado toda banda que faz uma música um pouco pesada com letras introspectivas já é taxada de emo. No caso de vocês isso é aceito na boa ou irrita?


Strike letras
Strike

No nosso caso nós nunca fomos taxados de emo, uma vez que nosso som é totalmente alegre e pra cima. Nossa primeira música de trabalho, tem uma levada rapeada e dançante, só isso já nos tirou desse rótulo. Agora no meu caso não irritaria, principalmente porque eu não perderia tempo de explicar que eu não sou, uma coisa que eu nem sei ao certo o que é, de tão distorcido que já ficou, que não se sabe mais se é estilo musical ou comportamento.



Vamos falar do disco que está saindo agora. A gente nota que mesmo sendo um álbum de punk existem sempre alguma coisa de diferente nas canções, como alguns tecladinhos meio indie rock ou vocais raggamuffin. Qual era a idéia? Criar um diferencial mesmo ou também dar um jeito de colocar dentro do som da banda as influências individuais de vocês?


Acho que as duas coisas, sentimos que poderíamos dar uma diferenciada e não tivemos medo de arriscar. Isso trouxe grande aceitação. Todas resenhas foram positivas. Nós ganhamos um certo conceito e esse diferencial nos deu autoconfiança.



Falando nisso quais são as bandas que mais influenciaram o Strike. E pessoalmente o que cada um curte ouvir?


Strike letras
Strike

Temos influências bem diversas e ecléticas, com uma ênfase maior no Punk Rock Californiano e o Hardcore melódico. Como referência principais podemos citar o Bink 182, New Found Glory e o Millencolin. Mas o estilo da banda abrange vários outros segmentos como Hip Hop, Ragga Muffin (espécie de rap jamaicano), Drum'n'Bass e alguns elementos do Reggae. Já o gosto individual é bem comum e ao mesmo tempo bem diferente. Eu curto Beastie Boys e Damien Marley. O Cadu ouve bastante Transplants e Rancid. O Rodrigo gosta de Incubus e eletrônicos. O Fábio tem ouvido sons mais antigos como Beatles e The Clash. Já o André se identifica com bandas que tem uma pegada mais Metal.



Para encerrar quais são os planos para 2008? Já pensam em gravar alguma novidade ou talvez lançar um DVD?


Os planos para 2008 são consolidar cada vez mais o nosso cd. Visitar as cidades aonde ainda não tocamos e que pedem nosso show e melhorar a infra-estrutura cada vez mais para oferecer um melhor show. Estamos coletando imagens de shows, cenas do backstage , entrevistas e etc ,para lançar um DVD no final do ano de 2008 e compor o segundo cd que será lançado em 2009, esses são nossos planos atuais.

Admin · 92 vistos · 1 comentário
09 Jan 2009 

♥•○aquela historia♥•○


Se tudo faz lembrar vocêVou te encontrar, tentar me aproximarAlgo ficou para trás, meu vício é querer te ganharMas eu não vou deixar tudo se perderE ter você é o que me importa maisTudo acontece entre nósNa chance que eu puder te levarFoi vocêQue fez meu mundo desandarE me perder ao te encontrarSe conto as horas pra te convencerQue é vocêE não me importa mais ninguémPra te ter vou mais alémE nada vai tirar você de mimMas se hoje insiste em não me atenderNem vou ligarDeixar tudo como estáManter a distância entre nósFugir é querer se enganarQuer alegar que teus pais não querem entenderQue pra você eu não presto e não te deixo em pazMas se ficarmos a sós a noite posso te completarFoi vocêQue fez meu mundo desandare me perder ao te encontrarSe conto as horas pra te convencerQue é vocêE não me importa mais ninguémPra te ter vou mais alémE nada vai tirar você de mimMe lembro do teu jeitoDaquelas fotos, teus e-mailsDas coisas que você me disse aquiTento te esquecer, mas é impossívelImpossível sem vocêFoi vocêQue fez meu mundo desandarE me perder ao te encontrarSe conto as horas pra te convencerQue é vocêE não me importa mais ninguémPra te ter vou mais alémAgora nada vai tirar você de mim(Eu te espero aqui)Nada vai tirar você de mim(Eu te espero aqui)Nada vai tirar você de mim

Admin · 95 vistos · 3 comentários
06 Jan 2009 

.....strike♥♥....

Agora que estou (vou)
Tendo que me esconder
Tua mãe quer me matar e teu pai me prender
Eu tenho aquele estilo que te deixa preocupada, à-toa
Desleixado na bike invocada

Mas não venha me dizer o que é melhor pra mim
A vida vai mostrando e sempre foi assim
Da escola fugi, na rua formei
Pronto pra te fazer com a malícia que eu herdei

O que ela quer, que eu deixe tua filha em paz
E o que ela quer, que você não me procure mais
Eu não tenho classe, eu não sou ninguém
Eu não tenho herança que te convém
Mas eu sou quem te faz tão bem

Diz que eu vou te perverter e já mandou me deter
Ela sonha que você é uma ingênua criança
Mas eu te deixei esperta, atirada e mente aberta
Junta tua mesada e vem pagar minha fiança

Porque eu não sou o modelinho que você sonhou
Nem sei dirigir, eu nunca fui doutor
Diploma nem vi, status nem tem
Na febre de vencer e provar quem é quem

O que ela quer, que eu deixe tua filha em paz
E o que ela quer, que você não me procure mais
Eu não tenho classe, eu não sou ninguém
Eu não tenho herança que te convém
Mas eu sou quem te faz tão bem
Sou quem te faz tão bem

E o teu erro foi ter proibido,
de mero plebeu pra ela
eu me tornei um vício
E o teu erro foi ter proibido,
escondido é bem
melhor,
perigoso é divertido

Eu não vou desistir de ter você, não vou
Faço o que eu puder fazer, se quer se perder é só vir
me achar
Eu tenho a fórmula pra te relaxar
Eu não vou desistir de ter você, não vou
Faço o que eu puder fazer, agora vou descontrolar,
vou
perder a linha
Num paraíso proibido te aplicar

O que ela quer, que eu deixe tua filha em paz
E o que ela quer, que você não me procure mais
Eu não tenho classe, eu não sou ninguém
Eu não tenho herança que te convém
Mas eu sou quem te faz tão bem
E o que ela quer, diga, me diga, me diga o que
quiser
E o que ela quer, diga, me siga pro que der e vier
E só de te olhar já sou teu refém
Ela pensa em mim quando pensa em alguém
Porque eu sou quem te faz tão bem
Sou quem te faz tão bem

Sou quem te faz tão bem

Sou quem te faz tão bem

Olha, eu tô indo embora até mais
Adoro loucura, garota vem cá
Se do nada eu bater, vai não vai,
Não fique parada, não fique de cara
Não durma na área se alivia vai
Porque eu nunca serei um bom rapaz

Admin · 91 vistos · Deixe um comentário

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